Close
Close
Informações do Usuário

Você não está logado.

Discovery Channel
Verdades e Mitos
Saiba por que as pessoas têm medo de tubarões
mais
Página Principal
Programação da Semana
Onde habitam?
Migração
O que os tubarões comem?
Como os tubarões comem?
section
Section 1.6
Section 1.7
Section 1.8
Section 1.9
Section 1.10
Section 1.11
Section 1.12
Section 1.13
Section 1.14
Section 1.15
Tubarões em detalhe
Anatomia dos Tubarões
As ordens
Reprodução dos Tubarões
Section 2.4
Section 2.5
Section 2.6
Section 2.7
Section 2.8
Section 2.9
Section 2.10
Section 2.11
Section 2.12
Section 2.13
Section 2.14
Section 2.15
Os mais famosos
Tubarão cabeça-chata
Tubarão-martelo
Tubarão-Azul
Tubarão-tigre
O Grande tubarão-branco
Tubarão Mako
Tubarão-frade
Tubarão-boca-grande
Cação-lixa
Tubarão-baleia
Cação-anjo
Tubarão-anão
Peixe-serra
Cação-bruxa
Section 3.15
Verdades e Mitos
Tubarões em Perigo
Cortando as barbatanas
Captura acidental
Produtos de tubarão
Filmes de tubarões
Selachophobia
Ataques de Tubarões
Section 4.8
Section 4.9
Section 4.10
Section 4.11
Section 4.12
Section 4.13
Section 4.14
Section 4.15
Jogos
Section 5.1
Section 5.2
Section 5.3
Section 5.4
Section 5.5
Section 5.6
Section 5.7
Section 5.8
Section 5.9
Section 5.10
Section 5.11
Section 5.12
Section 5.13
Section 5.14
Section 5.15
Tubarão - 30º Aniversário
Nos bastidores
Fato ou ficção?
Section 6.3
Section 6.4
Section 6.5
Section 6.6
Section 6.7
Section 6.8
Section 6.9
Section 6.10
Section 6.11
Section 6.12
Section 6.13
Section 6.14
Section 6.15
Tubarões por dentro
Onde habitam?
Migração
O que os tubarões comem?
Como os tubarões comem?
Sentidos dos tubarões
Section 7.6
Section 7.7
Section 7.8
Section 7.9
Section 7.10
Section 7.11
Section 7.12
Section 7.13
Section 7.14
Section 7.15
Repelente de Tubarões
Section 8.1
Section 8.2
Section 8.3
Section 8.4
Section 8.5
Section 8.6
Section 8.7
Section 8.8
Section 8.9
Section 8.10
Section 8.11
Section 8.12
Section 8.13
Section 8.14
Section 8.15
Videos
Section 9.1
Section 9.2
Section 9.3
Section 9.4
Section 9.5
Section 9.6
Section 9.7
Section 9.8
Section 9.9
Section 9.10
Section 9.11
Section 9.12
Section 9.13
Section 9.14
Section 9.15
Fóruns
Section 10.1
Section 10.2
Section 10.3
Section 10.4
Section 10.5
Section 10.6
Section 10.7
Section 10.8
Section 10.9
Section 10.10
Section 10.11
Section 10.12
Section 10.13
Section 10.14
Section 10.15
Descanso de Tela
Section 11.1
Section 11.2
Section 11.3
Section 11.4
Section 11.5
Section 11.6
Section 11.7
Section 11.8
Section 11.9
Section 11.10
Section 11.11
Section 11.12
Section 11.13
Section 11.14
Section 11.15
Papel de parede
Section 12.1
Section 12.2
Section 12.3
Section 12.4
Section 12.5
Section 12.6
Section 12.7
Section 12.8
Section 12.9
Section 12.10
Section 12.11
Section 12.12
Section 12.13
Section 12.14
Section 12.15
Imagens no Msn
Section 13.1
Section 13.2
Section 13.3
Section 13.4
Section 13.5
Section 13.6
Section 13.7
Section 13.8
Section 13.9
Section 13.10
Section 13.11
Section 13.12
Section 13.13
Section 13.14
Section 13.15
Section 14
Section 14.1
Section 14.2
Section 14.3
Section 14.4
Section 14.5
Section 14.6
Section 14.7
Section 14.8
Section 14.9
Section 14.10
Section 14.11
Section 14.12
Section 14.13
Section 14.14
Section 14.15
Section 15
Section 15.1
Section 15.2
Section 15.3
Section 15.4
Section 15.5
Section 15.6
Section 15.7
Section 15.8
Section 15.9
Section 15.10
Section 15.11
Section 15.12
Section 15.13
Section 15.14
Section 15.15
Um repelente de tubarões
Um repelente de tubarões pensado para proteger…os tubarões

Barbatanas pontiagudas que se aproximam rapidamente, bocas enormes que se abrem, ameaçadoras, dentes afiadíssimos... Os ataques de tubarões sempre estiveram presentes nos pesadelos de qualquer pessoa que já esteve em contato com a água, em todos os mares e todas as latitudes.

Encontrar um repelente que mantivesse os tubarões à distância foi um sonho longamente acalentado por marinheiros, nadadores, surfistas e pescadores.

Este sonho é compartilhado pelos ecologistas – que se preocupam com as centenas de milhares de tubarões que morrem inutilmente a cada ano, ao serem capturados em redes de pesca de atum e de peixe-espada em todo o mundo – e pelos pesquisadores e empresários do mar, que vêem seus valiosos equipamentos submarinos danificados pelas poderosas mandíbulas dos tubarões. Das numerosas tentativas empreendidas desde a Segunda Guerra Mundial, quase todas fracassaram, e só duas deram resultado.

Uma delas é um repelente elétrico, o Shark Shield,  desenvolvido por pesquisadores australianos. O repelente emite um sinal elétrico de baixíssima voltagem, que causa um severo mal-estar no tubarão, obrigando-o a recuar.  Este mal-estar passageiro não é experimentado por quem emite o sinal nem por outras espécies marinhas, somente pelo tubarão, e não lhe causa nenhum dano permanente.

Apesar dos testes bem-sucedidos, este repelente só surte efeito em algumas espécies de tubarões, e sob determinadas circunstâncias. O outro repelente, de origem química, está sendo desenvolvido nos Estados Unidos.

Sabe-se que animais e vegetais se comunicam com outros indivíduos da mesma espécie por meio de substâncias químicas, chamadas feromônios. Ao serem atacadas, algumas espécies de peixes emitem estes feromônios, que funcionam como um sinal de alerta para seus semelhantes, avisando-os do perigo. Depois de anos de pesquisas, descobriu-se que não era possível encontrar tubarões nos arredores em que havia um espécime morto. A descoberta demonstrou que, ao morrer, um tubarão segrega um tipo de feromônio, transmitindo aos seus semelhantes um claro sinal de perigo que os incita a fugir. Isso levou os pesquisadores do laboratório Oak Ridge, em New Jersey, a isolar as substâncias químicas do feromônio liberado pelo cadáver do tubarão morto.

Ao prosseguir em suas pesquisas, eles chegaram a produzir a substância artificialmente, sem sacrificar tubarões no processo. Os testes realizados em várias espécies foram bem-sucedidos, e novas pesquisas prosseguem com os tubarões-tigre, tubarões-touro e tubarões-martelo.

É importante ressaltar que este produto não é tóxico para o tubarão nem para o meio ambiente. Ele também pode ser empregado na pesca comercial, já que não repele outras espécies. Atualmente, estuda-se sua aplicação em múltiplos usos: nas já mencionadas redes de pesca e também em pranchas de surf e cremes bronzeadores.

Mesmo que estes produtos ainda estejam em uma etapa inicial de desenvolvimento, esperam-se resultados eficazes para os próximos anos. Os surfistas, banhistas, marinheiros e tubarões de todo o mundo agradecem.

Fotos: NHPA