Hopkins

Hopkins (DCL)

HOPKINS, filmada no prestigiado Johns Hopkins, em Baltimore, Maryland, EUA, é uma série que retrata as intensas jornadas de trabalho dos profissionais que se dedicam a essa instituição, revelando abertamente o impacto da dura profissão da medicina sobre a vida pessoal de seus médicos. As filmagens dentro do hospital duraram 4 meses, e mais de cem empregados e pacientes permitiram ser filmados durante momentos dramáticos, em que jovens médicos se vêem forçados a tomar decisões de vida ou morte em um segundo. Episódios todas as segundas, às 22 horas (horário de Brasília).

HOPKINS revela a vida dos centros médicos acadêmicos, onde aqueles que se dedicam ao treinamento e à pesquisa, além da luta interna para conciliar a vida pessoal com as exigências do trabalho, precisam enfrentar cortes de salário e outros problemas burocráticos, que fazem os telespectadores se questionarem sobre os sistemas hospitalares em geral. Entre as histórias mostradas, está a de um jovem cardiologista e sua esposa, que revelam às câmeras revelem alguns dos momentos mais difíceis de uma crise matrimonial.

Depois de quase 1500 horas de filmagem, HOPKINS contém cenas totalmente espontâneas, cruas e particulares. Não há narradores, as vozes e as falas são autênticas, captadas diretamente de pacientes e médicos, uma bela obra documental com várias tramas que se entrelaçam. Entre elas, a discussão dos médicos sobre convencer ou não a família a aceitar o desligamento dos aparelhos que mantêm viva uma menina sem funções cerebrais, depois de se afogar em uma piscina; a tensão que surge quando um jovem médico, durante um procedimento de rotina, perfura o pulmão de uma mulher; e a incrível história de um jovem imigrante ilegal que chegou aos Estados Unidos para trabalhar na colheita de tomates, e que hoje é um dos neurologistas mais famosos dos Estados Unidos.

É importante mencionar que houve uma série anterior a essa, chamada HOPKINS 24/7 (2000), e que algumas das situações do hospital, expostas pela primeira vez na televisão norte-americana naquele momento, mudaram. Por exemplo, a declaração feita pelo então chefe da cirurgia, de que “as mulheres não têm resistência suficiente para a vida do hospital”, mudou drasticamente. Agora esse posto é ocupado por uma mulher e mais de 20% dos médicos residentes também são do sexo feminino.

HOPKINS é uma produção da ABC News Group.

Episódio

Episódio 1

Com câmeras de alta definição, a equipe de produção se instala no Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, para filmar o dia-a-dia do hospital, especialmente o que acontece nos bastidores, onde prevalece o lado humano dos médicos. Eles precisam encontrar um equilíbrio entre a carga de responsabilidade de seu trabalho e as próprias crises e debilidades, sempre tomando cuidado com o impacto de seus problemas pessoais sobre os pacientes.

Episódio 2
O problema pulmonar de Brenda Thompson pode ser fatal. Depois de dois casamentos desfeitos, Brenda finalmente encontrou a pessoa certa, mas a vida está escapando de suas mãos. A única salvação é um transplante de pulmão, mas dificilmente ela conseguirá fazer a cirurgia a tempo. Quando finalmente aparece um doador compatível, todos ficam muito felizes, até descobrirem que os pulmões são indaquados.

Brian Bethea é um promissor cardiologista com problemas em seu casamento. Além de toda a tensão do trabalho, ele precisará explicar para suas filhas, quando voltar para casa, que pretende se separar da esposa e que já encontrou um apartamento para morar.

Mustapha Saheed está cursando o terceiro ano de medicina. Com 2 metros de altura, esse gigante negro assusta quando entra na sala de emergências. Apesar de um amigo o aconselhar a não se casar com a namorada que o apoiou durante o tempo de residência, Saheed continua a planejar seu casamento.

Episódio 3
Ana Czarnik, uma loira de olhos azuis de West Virginia não estava preparada para enfrentar o pronto-socorro do Hopkins, instalado em uma das comunidades mais violentas do país pelo alto índice de assaltos a mão armada, uso de drogas injetáveis e doenças sexualmente transmissíveis. Com um sarcástico senso de humor como apoio, a vida da jovem segue em meio às tragédia cotidianas.

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