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Durante o período de rápida expansão do mundo romano, a cidadania era vista como uma forma de distinguir quem era de Roma daqueles que vieram de outros lugares.
Qualquer homem livre nascido em Roma era cidadão. Depois, a cidadania foi estendida ao resto da Itália e ao Império. Em 212 d.C, o Imperador Caracalla decidiu que todos os homens livres do Império deveriam ser cidadãos. Os cidadãos tinham privilégios em três principais áreas.
Eles tinham o direito a voto, direito legais especiais (que incluíam direitos ao matrimônio, contratos e estavam isentos de algumas punições, como a execução sem julgamento) e pagavam baixos impostos.
Os cidadãos pobres também tinham direito ao donativo do milho - uma ração de milhos normalmente transformada em pão - que era proporcionado pelo governo como dieta básica.
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