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No país dos maias é possível combinar a viagem ao passado e o conhecimento da cultura indígena contemporânea com todos os tipos de diversões, prazeres e aventuras em um cenário selvagem e costeiro de fauna silvestre e flora exuberante.
Do turista mais convencional até o mais ousado, todos superam suas expectativas quando viajam para o sul do México, Guatemala, Honduras ou Belize.
A visita às pirâmides é um ritual moderno cumprido por milhares de turistas por ano, com a ajuda de correntes fixadas nos degraus que facilitam a difícil subida e descida pelas escadas inclinadas.
Os espetáculos de luz e som noturnos montados nas ruínas de diversas cidades proporcionam uma visão mágica dos centros cerimoniais.
Povoados pitorescos coloniais permitem degustar os sabores tradicionais da gastronomia chiapaneca, servida por mulheres com seus vestidos tradicionais; além de pechinchar na compra de objetos de cerâmica e outras artesanias.
Diversos guias turísticos oferecem alternativas para aqueles que gozam de um ótimo estado físico: travessias pedestres pelas rotas dos maias, ou circuitos em bicicleta que seguem os antigos deslocamentos desde as Terras Altas do sul até as Terras Baixas do norte da Mesoamérica. Os aventureiros se metem na selva, sobem montanhas, observam a fauna e desfrutam de maravilhas como as cascatas Água Azul de Palenque.
Perto de Cancun, o símbolo do turismo maia é Tulum. Mais simples que as grandes urbanizações de Tikal ou Chichén Itzá, as de Tulum são as preferidas dos visitantes por estarem próximas do mar. Das cabanas agrestes pode-se observar as ruínas e a praia simultaneamente, enquanto toma-se uma ducha ao ar livre.
Construída sobre um terreno íngreme, os restos da antiga fortaleza de Tulum se estendem 6 km ao longo da costa. Ali ou em Cancún pode-se nadar com golfinhos e mergulhar nas barreiras de coral.
A arqueologia subaquática e o mergulho em cavernas são outras possibilidades oferecidas pelas numerosas grutas inundadas e os cenotes ou lagoas da Península de Yucatán.
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