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A escrita hieroglífica cumpria um importante papel ritual e religioso.
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Página Principal - Maias
O Mayab (o mundo dos maias)
O território e o meio natural
Section 1.2
Section 1.3
Section 1.4
Section 1.5
Section 1.6
Section 1.7
Section 1.8
Section 1.9
Section 1.10
Section 1.11
Section 1.12
Section 1.13
Section 1.14
Section 1.15
Cronologia
Esteiras e calendários
Período Pré-clássico
Período Clássico
Período Pós-clássico
As hipóteses da queda
Quando os deuses não escutam
Section 2.7
Section 2.8
Section 2.9
Section 2.10
Section 2.11
Section 2.12
Section 2.13
Section 2.14
Section 2.15
O Modo de Vida e a Organização Social
A agricultura
A sociedade de castas e linhagens
O papel das mulheres
Os sacerdotes
A guerra
“Gente inferior”
Section 3.7
Section 3.8
Section 3.9
Section 3.10
Section 3.11
Section 3.12
Section 3.13
Section 3.14
Section 3.15
A Religião
O poder da natureza
A cosmologia e o poder político
Os Deuses
Magia, adivinhação, e profecias
Section 4.5
Section 4.6
Section 4.7
Section 4.8
Section 4.9
Section 4.10
Section 4.11
Section 4.12
Section 4.13
Section 4.14
Section 4.15
Os Rituais
Os sacrifícios humanos
O jogo de bola
Section 5.3
Section 5.4
Section 5.5
Section 5.6
Section 5.7
Section 5.8
Section 5.9
Section 5.10
Section 5.11
Section 5.12
Section 5.13
Section 5.14
Section 5.15
A Escrita
Os hieróglifos: arte e escrita
Os códices
O Popol Vuh
O Livro de Chilam Balam
Section 6.5
Section 6.6
Section 6.7
Section 6.8
Section 6.9
Section 6.10
Section 6.11
Section 6.12
Section 6.13
Section 6.14
Section 6.15
O Calendário Maia
El tiempo es redondo
Section 7.2
Section 7.3
Section 7.4
Section 7.5
Section 7.6
Section 7.7
Section 7.8
Section 7.9
Section 7.10
Section 7.11
Section 7.12
Section 7.13
Section 7.14
Section 7.15
A Ciência Maia
A matemática e a astronomia
Section 8.2
Section 8.3
Section 8.4
Section 8.5
Section 8.6
Section 8.7
Section 8.8
Section 8.9
Section 8.10
Section 8.11
Section 8.12
Section 8.13
Section 8.14
Section 8.15
A Arte Maia
A arte e as crenças religiosas
Section 9.2
Section 9.3
Section 9.4
Section 9.5
Section 9.6
Section 9.7
Section 9.8
Section 9.9
Section 9.10
Section 9.11
Section 9.12
Section 9.13
Section 9.14
Section 9.15
As Cidades-Templo
As pirâmides-montanha de Tikal e Palenque
Section 10.2
Section 10.3
Section 10.4
Section 10.5
Section 10.6
Section 10.7
Section 10.8
Section 10.9
Section 10.10
Section 10.11
Section 10.12
Section 10.13
Section 10.14
Section 10.15
Descobertas Arqueológicas
O Templo de Rosalila
A Rainha Vermelha
Section 11.3
Section 11.4
Section 11.5
Section 11.6
Section 11.7
Section 11.8
Section 11.9
Section 11.10
Section 11.11
Section 11.12
Section 11.13
Section 11.14
Section 11.15
Os Maias no século XXI
Indígenas e camponeses
O turismo e a rota dos maias
Section 12.3
Section 12.4
Section 12.5
Section 12.6
Section 12.7
Section 12.8
Section 12.9
Section 12.10
Section 12.11
Section 12.12
Section 12.13
Section 12.14
Section 12.15
Jogo: O Calendário Maia
Section 13.1
Section 13.2
Section 13.3
Section 13.4
Section 13.5
Section 13.6
Section 13.7
Section 13.8
Section 13.9
Section 13.10
Section 13.11
Section 13.12
Section 13.13
Section 13.14
Section 13.15
Rainha Vermelha
Section 14.1
Section 14.2
Section 14.3
Section 14.4
Section 14.5
Section 14.6
Section 14.7
Section 14.8
Section 14.9
Section 14.10
Section 14.11
Section 14.12
Section 14.13
Section 14.14
Section 14.15
Vídeos Rainha Vermelha
Section 15.1
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Section 15.13
Section 15.14
Section 15.15
Os Maias no século XXI
Indígenas e camponeses

O idioma dos maias, cujas raízes têm três mil anos, e as línguas derivadas (quiché, cakchiquel, tztzal, entre outras), é falado por muitos habitantes do sul do México, Guatemala, Honduras e Belize.

Destacam-se os habitantes da selva Lacandona em Chiapas e Guatemala, que conservam as tradições culturais e resistem à influência do mundo ocidental.

Os homens cultivam os prédios familiares, mantêm as redes comerciais de longa distância e as mulheres continuam tecendo seus trajes típicos com elaborados desenhos de brocado, produzindo utensílios de barro para o uso doméstico e a venda turística.

Os camponeses maias ainda rendem culto às suas divindades, apesar de que muitos já não são realizados, ou mudaram. A religiosidade popular incorpora formas mestiças e elementos provenientes do cristianismo. A palavra e a oração cotidiana mantêm sua importância na comunicação com o mundo sobrenatural.

Na sua economia de subsistência, eles respeitam a natureza e a preservação do meio ambiente e da biodiversidade. Cada tarefa agrícola é acompanhada de um ritual, seja o corte de uma árvore até a colheita de milho. A vida e o trabalho em comunidade continuam sendo valores centrais dos maias atuais, em vez da individualidade.

A grande concentração da propriedade da terra e a ação dos estados modernos geraram violência nos países do antigo Mayab durante diferentes períodos do século XX.

Muitos ativistas em defesa da terra e seu direito à autonomia, uma quantidade importante dos camponeses da selva Lacandona foi aglutinada pela guerrilha zapatista no meio da década de 1990. Seu célebre dirigente, o subcomandante Marcos, costumava recorrer à religiosidade, aos textos sagrados do Popol Vuh e a filosofia maia em seus discursos públicos.

Fotos: SAP