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Muito vinculados a Teotihuacán, os monarcas de Tikal foram grandes guerreiros. Eles enfrentaram outras cidades como Uaxactun, Caracol e Calakmul. A influência de Teotihuacan é observada na arquitetura.
Provavelmente, Tikal foi a cidade maia mais povoada. Tem os templos mais altos e mais numerosos. Os arqueólogos contabilizaram mais de 3.000 construções.
A Praça da Grande Pirâmide concentrava os eventos. Entre os destaques estão o Templo do Grande Jaguar, o Templo do Grande Sacerdote e o Templo da Serpente Bicéfala, a construção mais alta que oferece uma vista imponente do conjunto Tikal.
Palenque controlava o rio Usumacinta, e o sul de Yucatán. Dentro do complexo destaca-se o Templo das Inscrições, assim chamado devido aos 617 hieróglifos gravados no interior. Lá estão os restos de K’inich Janaab Pakal, rei em cuja memória o templo foi erguido.
As pirâmides-montanha de Tikal e Palenque representavam o universo e serviam como meio de comunicação com o Além. Elas exaltavam o poder dos governantes. Os santuários ficavam no nível superior e representavam a criação do mundo, a união do subterrâneo com a superfície da terra e do céu.
No nível inferior, as carrancas do “Monstro da Terra” marcavam a entrada do inframundo.
Os labirintos no interior das grutas naturais e nos subterrâneos de Palenque mostravam o caminho para descer ao inferno. O rei passava por este ritual antes de ser glorificado. Buscava no subsolo o segredo para assegurar a ordem cósmica, e lutar contra o caos.
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