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206 a.C. – 220 d.C.
Depois da queda da Dinastia Qin, o poderoso estado Han estabeleceu a Dinastia Han. Ela se divide em dois períodos: a Dinastia Han Ocidental (ou Anterior), que durou 206 a.C. a 8 d.C.A, e a Dinastia Han Oriental (ou Posterior), que governou de 25 a 220 d.C. O povo chinês ainda se refere a si mesmo como povo Han.
O governo manteve grande parte da estrutura administrativa Qin, mas dispensou a excessiva centralização do poder. Assim, houve uma mudança de uma aristocracia pura para uma espécie de meritocracia, que selecionada os funcionários públicos através de exames para o serviço civil. Os ideais de Confúcio, anteriormente suprimidos, se tornaram primordias para o Império Han.
Em 8 d.C., um oficial rebelde usurpou o trono para estabelecer a curta Dinastia Xin, mas a Dinastia Han recuperou o poder em 25 d.C. Durante a Dinastia Han Oriental, a economia, a educação e a ciência prosperaram. Havia comércio com os vizinhos do norte, e também com as civilizações na Europa, através da continental Rota da Seda. Escritores criaram grandes obras literárias, incluindo textos históricos e dicionários. Vindo da Índia, o Budismo também foi introduzido na China. A Dinastia Han era extremamente militarizada, e expandiu suas fronteiras para incorporar as regiões que hoje correspondem ao Tibete, Coréia do Norte e norte do Vietnã.
A Dinastia Han finalmente se enfraqueceu com a rivalidade política e a corrupção. Poderosos estados vassalos se revoltaram, e uma rebelião em larga escala eclodiu, causando a queda da dinastia em 220 d.C. A partir daí, a China se dividiu em três reinos que competiam entre si, e foi ameaçada pelas invasões de tribos nômades do norte.
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