Por exemplo, ouve-se que uma pessoa que levou um tiro foi salva porque tinha uma Bíblia no seu bolso, e a bala foi detida por ela. A dupla irá demonstrar que isso é impossível, que por mais dura que a capa da Bíblia seja, este tipo de livro não existe… nem mesmo o isqueiro Zippo, uma outra variação da mesma crença, poderia parar uma bala.
Mas a pergunta é: por que muitas destas crenças se transformaram em relatos tão convincentes? Como demonstram Hyneman e Savage em ação, alguns destes mitos têm um elemento plausível. Apesar disso, a maioria termina na lista dos mitos desmitificados.
Será que para materializar o invisível, como dizem os especialistas neste tema, o mito deve ser usado socialmente: deve servir para criar um universo simbólico, para habitá-lo e daí se relacionar com o mundo? Quando um mito é desgastado, ele sempre se renova, afirmam os especialistas. Um mito poderá resistir à lógica, mas alguém sempre lhe dará o benefício da dúvida. E isso só pode significar uma coisa: que os “Caçadores de Mitos” têm seu futuro garantido!
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